terça-feira, 9 de novembro de 2010

PROMETER

Poderias prometer escrever cartas de amor todas as noites
De todas as cores, todos os dias de todos os messes, mas não sei…
Esgotarias as florestas e não me parece…
Poderias prometer o brinde das ostras ou…

Prometer…ah! Poderias
Um edifício de sangue à unha do verbo prometer

Eu sei… A via láctea!
Quanto ao prometido que ficaria do prometer seria a do tempo arder
Quando a única promessa que realmente conta no querer
É ter para poder dizer;

EU AMO-TE PORRA

Espera, não digas o Porra!

3 comentários:

Mª Dolores Marques disse...

Eu quero ver-te escrever dizer - AMO-te Porra

Não me lembro se já te conhecia ese poema ou se é novo....

Gostei

Beijos

Eduarda disse...

Alberto,

Já o conhecia, mas nunca será demais l~e-lo.

bj

Merlaine Garcês disse...

Belo texto Eduarda!
De fato o amor ignora condições!
Bjs!