domingo, 13 de maio de 2012

SUBLEVAÇÃO


O teu território de sedução
É tão distante e tão real!
Cruzamo-nos todos os dias no éter
Seguindo em frente contra a injustiça
É duro este impacto dia após dia
Com a minha consciência despertada
Pela engrenagem injusta que vivemos!

Sinto-me enclausurada na aridez
Lábios gretados pelo pó barrento
Clamando água da tua boca!
 O mistério de que estou impregnada
Materializa-se em rebelião
No vértice sensório
Do corpo alvoraçado!
                                                     
                                        
Arranco máscaras de hipocrisia                                                                        
Dinamito interditos
Liberto furores do corpo
Desvendo o excelso prazer
Ascendo-me esbraseada!

2 comentários:

PÈTALA disse...

Quando abrasam as entranhas
Tudo é volátil e não aceita tutores
Nem o clamor de estrelas tamanhas
Fazem com que ressuscitem amores

casos e acasos da vida disse...

Obrigada pela tua leitura!
Beijos!