sábado, 21 de maio de 2011

“Diz que me amas… pediste-me amor”

















“Diz que me amas… pediste-me amor”


Na plenitude que oxigena o meu ventre
ânsia de ti….amo-te
neste desatino constante em te ter
em cada milésimo de segundo que te penso
….que te tenho
nos passos hesitantes que deixo marcados
na estrada da vida
nos dedos que afagam a almofada
onde descanso o cansaço do meu rosto
quando não te tenho

Amo-te
no desenho colorido
com que traço o salgado do teu corpo
no brilho do meu olhar que banha os teus
com a cor que se pintam os sonhos

Amo-te tão-somente, assim
na simplicidade com que te bebo
em inundações de sentires crepitantes
afogueando-me na avidez de ti, amor.

Sentes-me?

2 comentários:

Gisa disse...

E como não sentir?
Bjs

Natalia Nuno disse...

Que maravilha amiga, lindo o teu poema, cheio duma frescura sensitiva, muito bom, que bom ler-te.

Beijinho Liliana.