quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O JARDIM ERA AMOR

À janela
Sobrava as mãos
À boca calava-se um jardim

Outra vontade afizer

À lâmina
A saudade do título
Do subtítulo e de tudo

Amor,
Só te ouvia dos olhos os ritmos
As sementes que um rio são

Havia um tempo presente
A tômbola em contra mão
Água quente em pé na estrada

Amor,
Ouvia-te dos olhos, o coração

1 comentário:

®wahine disse...

Ola Alberto . fico muito feliz com a tua presença.

Bem vindo.

Beijo azul