quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cada vez que assomo à janela e o vento bate assim


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Cada vez que assomo à janela e o vento bate assim
[fresco na cara
Ah, sinto o meu mundo todo estremecer, sinto um arrepio
[no corpo inteiro.

Das savanas de África aos néones de Tóquio
Tudo me diz quem sou e que o meu lugar é aqui.

Aquilo que sei de mim e do mundo, é porque não fui, indo
[porque nunca me esqueci.
Apesar de todas as viagens
Nunca chego a esquecer a transparência do que me leva

E as viagens são como o vento que bate fresco na cara
As partidas espontâneas, os percursos com todos os seus tesouros
Os regressos onde o pó do caminho se torna origem de novo

Mas, cada vez que assomo à janela, é sempre aqui que me encontro
Que estremeço e tenho esta certeza de fazer parte de tudo.

2 comentários:

Angela disse...

Muito lindo,"Chego a esquecer a transparência do que me leva"
Lindo mesmo
beijo

Pedro Luis López Pérez disse...

Esa Ventana Abierta que nos da transparencia y Libertad...Aire de Renovación.
Un abrazo.