
Páginas desbotadas privadas de palavras
mãos dedilhando violinos em dedos febris
metamorfose de toadas desanexas de cor
Páginas coloridas ansiadas de cores prorrogadas
de arco íris cristalino em âmagos magoados
Paginas vestidas de borboletas esvoaçantes
no verde vento ameno da amizade
Paginas molhadas de constantes gemidos
de uma lua enxameada de cor
Páginas e mais páginas desgastadas
tacteando a vida em sombreados poemas
São paginas brancas invisuais desconhecidas
Simplesmente FADO
Escrito a 18/1/12










