As lágrimas que se gastam
Nas fronteiras do silêncio
Cobrem-se de gotas de orvalho
E adormecem as aragens frescas
Que descem sobre os telhados
Contidos os temporais
Adoçam-se nas correntes
Mornas do Outono
Tonificam as folhas secas
Que se despem da primavera
Os raios de sol recolhem-se
Enxugam os templos
Que choram as preces sazonais
Ouvem-se os sinos nas encostas
Cantam hinos às cegas
Amansam os rituais…
Nas fronteiras do silêncio
Cobrem-se de gotas de orvalho
E adormecem as aragens frescas
Que descem sobre os telhados
Contidos os temporais
Adoçam-se nas correntes
Mornas do Outono
Tonificam as folhas secas
Que se despem da primavera
Os raios de sol recolhem-se
Enxugam os templos
Que choram as preces sazonais
Ouvem-se os sinos nas encostas
Cantam hinos às cegas
Amansam os rituais…
Mª Dolores Marques
















