sexta-feira, 1 de junho de 2012

Perdidos na espiral vibrante do amor

Perdidos na espiral vibrante do amor
os hálitos cortam-se nas lascas do desejo
as bocas sufocam-se em doce domínio
e na avidez sôfrega das  mãos… trémulas
esboçam-se poemas nos corpos violino

Imponentes….. cavalgam imprudentes
nos despenhadeiros verdejantes da paixão,
gemendo-se em vocábulos ardentes
no rubro fogo da repetição

E as pálpebras húmidas encerram-se
numa ultima satisfação

1 comentário:

PÈTALA disse...

Vorazes caudais de ardências
Vertidos em cálices de paixão
Fazendo ampliar demências
Voando estados de exaustão.

Depois dos fortes furacões
De todos caminhos andados
Entre o sabor de emoções
Ficam corpos entrelaçados.

Beijo