terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ah se eu pudesse

Ah se eu pudesse, num sono profundo
adormecer os fios azuis, que colijam a alma
albergar o livre branco no meu olhar
então as vozes erguer-se-iam do ventre
em monossílabos consonantes pintados
do silêncio emudecido da dor

Afluiriam os rebentos virgens das vinhas
desgarradas das densas ervas carcomidas
e jorraria o vinho, do cálice sagrado da cruz

Pudera eu adormecer os fios azuis
que coarctam o meu peito e as vozes
clamariam em clamores de liberdade

10/1/12

2 comentários:

Evanir disse...

Quanto tempo não venho aqui né?
O tempo é o presente mais precioso que podemos ofertar, porque é limitado.
Quando dedicamos tempo a uma pessoa,
estamos oferecendo uma porção de nossa vida que nunca iremos recuperar.
Veja como é verdadeiro essa essa frase .
E quanto nos faz bem dedicarmos um pouco de nos as pessoas que amamos.
Um Dia abençoado para você.
Sabe porque estou aqui?
Porque te Amo Muito.
Beijos meus.
Evanir
Tem um novo mimo de seguidores te ofereço com muito carinho.
A se eu pudesse escrever poemas tão lindos assim.
Como não sei permita-me admirar a grandeza dos seus.
Sou uma eterna apaixonada por poemas.

Amizade disse...

Estamos a festejar o nosso 3º aniversário e muito gostaríamos de poder contar com a tua presença no nosso Farol.

Pega uma fatia de bolo e uma taça de champanhe e brinda connosco a muitos mais anos de boa e sã Amizade.

Beijinhos e abraços amigos de

Argos, Tétis e Poseidón

Um Farol chamado Amizade